Nova Lei de Cotas em Universidades Federais – Como Funciona


A cota para Universidades Federais foram refeitas. A lei modificou-se para isso. A partir de agora as Universidades Públicas Federais são obrigadas dar 50% das suas vagas para os alunos que tenham feito todo o Ensino Médio em rede pública, ou seja, escola pública. Destes 50%, 25% se reservam para os alunos cujas famílias tenham salário inferior a um salário mínimo e meio.

O que mais se destacou foi que grande parte desta cota será reservada para os alunos que se autodeclaram negros, indígenas ou pardos. Mas isso será diferente de acordo com cada estado e levando em consideração a taxa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). E somente o restante das vagas serão dados aos estudantes que estudaram todo o Ensino Médio em escola pública. Portanto, é nítido que estas raças terão preferência dentro das Universidades e é o correto para que tenha vaga a todos.

E para quem pensa que a lei está longe de estar em pratica está muito enganado, pois a partir dos vestibulares para o ano de 2013 já começa a valer. Mas, apesar da lei já começar a valer todas as Universidades terão o prazo de quatro anos para estar dentro da lei.

Esta nova lei nada mais é que uma democratização dentro das escolas e que o Brasil terá que estar de acordo com ela para estar regular. Universidades antes que davam poucas cotas para negros ou alunos da rede pública agora terão obrigatoriamente que dar estas vagas e sem reclamar. Para os alunos isso é excelente, pois é mais uma chance de estudar em rede pública já que estiveram nela e ganhar esta vaga.

Um dos pontos foi vetado durante a reunião. Um dos artigos propunha que uma das seleções poderiam ser feitas pelo rendimento de cada aluno anterior a sua entrada na Universidade. O processo seletivo para adentrar a mesma é através da nota do ENEM (Ensino Nacional do Ensino Médio) e, portanto, ao que tudo indica ele passará a ser mais disputado.


A nova lei de cotas passará a beneficiar milhões de brasileiros, assim mostrando crescimento e melhora no país no governo de Dilma Rousseff.

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